Quatro
Sonetos de Cena
Comum
Só semeou em vida oca,
fulgurante
O orgulho, a ambição, e o
desatino
Dizia-se o monitor de seu
Destino
Seu argumento era duro,
arrogante
Não se detinha a um ato
caridoso
Pisava seco a cabeça de
infelizes
Pelo ganhar superava
meretrizes
Tonitruante se adornava,
vaidoso
Maior se via imune, sem
reproche
Não o tocava a mais pura
verdade
Das leis do Céu ironia, e
deboche
Nem mesmo o tempo, a
realidade
Far-lhe-iam face na tola
majestade.
Do mal era um criado, o
fantoche
..................................
Incerto dia a morte leva-o
dormindo
Hirto o pôe, bem diante de
algozes
Entre monstros, vingativos,
ferozes
Cobrando, em altos berros
exigindo.
As agruras são agora bem
terríveis
A colheita veio em farta
quantidade
A dor, sem freio, atinge altos
níveis
Ao seu redor só desperta
piedade
Sozinho às feras enfrenta a
procela
Estropiado no remorso,
rastejante
Quedo, podre, estado
humilhante
Sempre mais afundado na
barrela
Chaga viva, horrorosa
pustulência
Gerada de
sua negra consciência
................
Grande sofrer deflagra imo
inverno
Os grilhões ferreteantes
insistentes
Uivos, gemidos, ranger de
dentes
Escuridão, na borra fétida,
inferno!
Fantasmas de origens
umbralinas
Figuras torpes idéias
deformadas
Escorrem pelas furnas
enlamadas
A devorar esperanças
pequeninas
Severo esgoto do juiz da
imundícia
Depura erros, livrando-o da
malícia
Em tempo lerdo, intenso
sofrimento
Purgar de velha culpa, paga
contas
A memória a lança eriça as
pontas
Aumentando a prova, seu
tormento
................
Mas eis que, um dia, entre luzes,
vê
O anjo de bondade a revelar
porquê
E abre o coração ao
arrependimento
Encerrando tenébreo rito de
tristeza
Conhece ali, plena, oração
fortaleza
E envolto em paz, pulsante
alegria
Transborda liberto, o ser em
euforia
Sentindo bênção pura, ignota
Beleza.
Em novo caminhar aponta para
cima
Poder o Bem criar, causa que
anima
Vergôntea, fruto novo nele então
reluz
E pronto à jornada do refazer a
alma
Escuta, comovido, a canção
calma
Que fala as histórias de um tal
Jesus.
Humberto de Campos – Espírito
–
Recebida por Arael Magnus em sessão pública no Celest- em 8 de
Dezembro de 2009- Castanheiras- Sabará-
MG
A PERDA DE UMA CHANCELA -
Perturbadoras questões afligem a milhões nesse instante, acerca do
futuro. A indefinição de horizontes, a incerteza sobre as
conseqüências de atitudes destrutivas, e os descaminhos dos que
preferiram criar atalhos diante de situações estabelecidas, são
aspectos que colocam a Humanidade tal uma casca de noz, à deriva,
em oceano revolto. Perigos rondam de todos os lados, com as ameaças
acontecendo, repetitivas, partindo ou de nações em conflito, ou de
desequilíbrios gerados pelo arrasador “modus vivendi” do
homem sobre o planeta, na agressão descontrolada ao ambiente
inteiro.
Aproveitam-se, - porque há oportunidade - os espertos, os
dominadores, os fanatizantes para colocar todo um arsenal a serviço
do pavor, do medo, do pânico. Há também (e crescem em quantidade e
presença), aqueles que, irresponsavelmente, negam de forma
peremptória todos os perigos e riscos iminentes, reais, possíveis,
prementes. São os falsos pilares da segurança. As grossas e podres
vigas de sustentação. Crêem estes últimos que Deus intercederá,
caso preciso seja, a fim de salvar o planeta de uma derrocada, do
cataclismo apocalíptico. Ambos os pólos estão cobertos de enganos,
de erros, de perigosos e comprometedores equívocos. Conduzem os
ingênuos e pacatos ao desespero ou à invigilância. Óbvio,
responderão a seu tempo também por isso. É a lei,
Nesses seis bilhões de anos de existência, desde quando desgarrada
de seu núcleo original, e começou a se compactar, passando de mera
amálgama ígnea para bloco mineral, resfriando-se, solidificando-se,
nunca o planeta
Terra esteve tão ameaçado quanto agora. O risco de uma hecatombe
global, capaz de eliminar toda a vida material deste nosso pequeno
grão de areia cósmica, - abrigo eficiente para trilhões de seres de
todas as espécies em sua marcha evolutiva - é muito grande, exige
reflexão, por ser fator resultante, mero efeito de origens assaz
conhecidas.
E é nesse ponto que se torna necessária uma atitude realista,
sincera, inteligente e acima de tudo, protetora para com todos os
seres que aqui habitam. Sobretudo com os classificados de raça
humana, na matéria (ainda) os mais evoluídos, a fim de que, em ato
eficaz, possam se preparar para transformações, de situação ou de
planos. A estruturação precisa envolver, de modo claro, ostensivo,
incisivo, contundente mesmo, a eternidade do espírito, a
conscientização do prosseguimento da jornada, inclusive em outros
sistemas, em outros ambientes, até mesmo na carne. Nosso amado
planeta é uma estação de passagem, não o pouso final,
sabemos.
Por sua natureza essencialmente racional, de origem divina, a
Doutrina Espírita poderia contribuir muito para essa missão de
esclarecimento, de educação tanatológica, transformadora. Poderia,
porque não tem se prestado a isso, o que é lamentável, visto que,
apesar de esforços ingentes e gigantescos de luminares e espíritos
de grande bagagem de evolução e sabedoria, os desvios na aplicação
da codificação extraordinária encetada sob a coordenação do
professor lionês, para quadros de deplorável estagnação,
retrocesso, na repetição de surrados erros, cometidos pelas
corporações religiosas desde deploráveis eras.
Podemos, na mesma linha, infelizmente repisando o atoleiro,
verificar que, acerta aquele que afirma que, se Jesus reencarnasse,
seria de novo glorificado no Gólgota, com os dedinhos da omissão
levantados a favor dos novos Barrabás, com os mesmos Pilatos de
mãos limpas e consciências pesadas, sob os olhares cumpliciados da
turba para as benesses temporais. E dentre estes, (é lamentável!),
estariam alinhados muitos dos qualificados próceres espiritistas,
principalmente do Brasil, com certeza a grande base dessa religião,
ciência e filosofia, sendo os dois últimos quase relegados ao
ostracismo.
A postura de grande parte dos que se posicionam como dirigentes
espíritas tem desviado a Doutrina Reveladora e Libertadora para os
intramuros das organizações ascéticas, excludentes e elitistas, já
o disseram muitos, o que reiteramos. A instituição de uma
messiânica “pureza doutrinária”, grassando de modo
avassalador sob a coordenação de revoltada falange vaticanal,
distanciou a grande massa, a gente do povo, impedindo o aprendizado
e vivência dos preceitos explicados à Luz da Razão, do cristianismo
original. Impuseram grades e algemas, freios e barreiras; criaram
dogmas disfarçados em regras de organização, a fazer inveja a
qualquer mosteiro medieval. Troca-se a prática e o exemplo da
fraternidade pura pela habilidade em se vender livros, mensagens,
congressos, em “know how” apropriado aos fariseus de
antanho. As reuniões passaram a ser de secundária importância,
pachorrentas, bajuladoras, com exposição empetecada de temas que
fogem do cerne, do foco, do centro da orientação. Os desencarnados
não podem falar, não podem escrever, a não ser para os luxuosos
congressos internacionais, para onde são convocados e anunciados
antecipadamente, como
“astros” de shows programados! E que falem bem, que
aplaudam e baloicem os sinos e badalos a seus contratantes... senão
....
Isso acontece de ponta a ponta, sob a orientação eclesiástica dos
donos do loteamento espírita.
Criou-se um “mundo interno” no meio destes quartéis
generais, com a discriminação, e exclusão de tudo o que estiver
contra, na abolição sumária de toda e qualquer controvérsia,
sobretudo no que tange aos vultosos e “necessários”
lucros absurdos, auferidos nas publicações e nos shows
congressuais, onde Zaqueu supera Jesus. Mediunidade ali, só com
médiuns “prêt-à-porter”, que recebem mensagens de
lindos rótulos, Chico, Emmanuel, Bezerra, e tantos outros, mas...
de conteúdo plástico, artificial, insosso, inócuo, que faria
colorir obsessores mais desavisados. Ladainhosas e cantilenistas,
travestidas de cristãs e doutrinárias, se prestando àquele dourar
de pílulas frenético, histérico, histriônico. E tome plágios e
repetições, cópias mal feitas, principalmente das recebidas pelo
luminoso mineiro Xavier.
A mediunidade educada é seguramente o melhor caminho para a
conscientização da realidade do espírito eterno, imortal. É o meio
mais eficaz de se combater a descrença, os dogmas, de se revelar a
riqueza e a importância dos valores perenes, da riqueza da alma.
Mas, hoje no centro purista, sob a coordenação de concílios e
papados de moldes conhecidos, ela é condenada, abolida, vigiada,
massacrada, de preferência excluída. Cultuam a vestimenta de carne
e ab-rogam a essência eterna, o espírito.
E dali foge a
massa de necessitados, por não encontrar abrigo, apoio,
compreensão, orientação. O médium não enquadrado na cartilha dos
livreiros, que se contenha, que se segure, porque terá todos os
seus passos medidos e vigiados, e atrás de si os novos
inquisidores, a espelhar com requinte, aberrações torquemadianas.
Ao lado, como guardiãs dessa turba, presunçosas gralhas arreganham
verborréias falsas e caluniosas, dando azo a seus intoxicados
destilados mentais.
Assim, e por isso, o espiritismo perde sua característica
inovadora, revelacionista e se aninha aos adeptos do mercado
sistêmico, lucrativo e controlado, com o abandono das prerrogativas
de intercâmbio entre os ambientes espírito-carnais, eliminando a
fraternidade ampla, contagiante, agregadora. Assiste-se então o
desconsolo, e cada vez mais se nota a excludência, e, por
conseguinte, o esvaziamento das casas de fachada
kardecianas.
Esperava-se muito mais que uma mera fatia do bolo. Desejava-se que
fosse o fermento a levedar toda a massa, a rechear com ensinamentos
vigorosos, substanciais, a estruturar com solidez conceitos e
verdades até então desconhecidos ou não entendidos pela Humanidade.
Esperava-se melhor comportamento numa Doutrina que tem as
respostas, que devassou os antes imperscrutáveis segredos e dogmas
da existência. Mas as ancestrais vaidade, ambição, e prepotência
verificadas nas direções dos “novos salvos” estão
entulhando o novo Código Divino na vala comum das grandes decepções
humanas, confinando-o a um papel de mais uma religiãozinha, uma
seita como preferem muitos, mais um clube de especiais, escolhidos
e ungidos. Igrejeiro, como já existem aos milhares.
Necessária é a lembrança de que mediunidade não é faculdade
restrita, sendo inerente à própria situação da vida, onde ela
existir, e sabemos, liga-se, de modo original ao próprio instinto,
que em essência é a manifestação da centelha de Deus, em todas as
formas do existir, conhecidas ou não. Destarte, não se constitui em
propriedade ou atributo exclusivo de quaisquer credos ou segmentos,
por mais rudes ou aprimorados que possam ser. A monocelular ameba
traz em si os elementos para se comunicar com os de sua espécie,
constante em seu espiral genético, e assim se permite atrair e
reproduzir-se com sua biocultura, estando ou não em vida ativa,
material, ligada por uma energia especial (animus), apenas para
situar um exemplo que se repete entre todas as estirpes e
dimensões.
Desta maneira, os espíritos se comunicam, estando encarnados, ou
não, em prisão de corpos ou volatilizados, independente de terem ou
não as suas convicções religiosas ou místicas. Em todas as partes
do mundo temos os exemplos desde milhares de anos. Daí, o espírito
para se comunicar, para mandar seus recados não precisa ser
espírita. Deveria sê-lo, pois o que o é tem a consciência mais
aberta a todos os questionamentos e, repetimos, tem as chaves e
respostas. Mas, não o sendo também lhe é permitida a comunicação,
que sempre aconteceu e continuará acontecendo, independente dos
ameaçadores “fiscais de deus”.
Em todos os cantos, emissários descorporificados também estão
alertando, advertindo, orientando, e de certa forma, preparando aos
que lhes derem ouvidos, para as grandes e graves transformações
que, de modo inevitável estão para acontecer com a relação à vida
material neste plano chamado Terra, neste curto espaço que não
supera uma década.
Esclarecer sobre a eternidade do espírito, sobre a manutenção da
jornada, da necessidade em acumular os valores da virtude,
enriquecendo-se com os tesouros do Céu é função e obrigação
inalienáveis dos que esse trajeto conhecem, consoante aos que se
albergam sob o translúcido pálio do Consolador. Expungir a
ignorância, levando o alimento da sabedoria e a substância da
Verdade, assinalando as palavras com o vivenciar é a melhor maneira
de mostrar-se a importância daquilo que nos foi, privilegiada, mas
não exclusivamente, revelado.
Transformar a Casa doutrinária em nobre feudo separado da realidade
de todos, criando distinções e exalçando as posições de diferentes
e pseudo-superioridades é fruto de perversa prepotência. Bater no
peito “sou espírita”, para agredir aos que ainda não
descortinaram os horizontes que a Doutrina do Paráclito clareou,
não é fraterno, não é correto. É desinente de atraso. Empolados em
seus bergantins enfunados nas velas da jactância, alimentados no
combustível das esmolas, do dinheiro que deveria ser destinado à
caridade, embriagam-se no mercado aviltante das coisas sagradas (a
mediunidade em Jesus o é!), se posicionando em realeza, do alto de
ridícula mesquinhez, com o borbulhar gosmento de artificial postura
rotulada de espírito-cristã.
Repetem aos milhões as magníficas mensagens de Chico Xavier.
Pouquíssimo se copia, no entanto, de seu santificante exemplo de
vida.
Despejam-se sobre mim, agora, agudas e penosas saraivadas de uma
realidade pessimista, pois no Brasil, estamos perdendo a chance de
direcionar pela clarividência e fraternidade, os destinos de todos
os seres. Forçando a sensibilidade para tentar, como prometido,
escrever com proveito, assalta-me, porém, a indesejável, mas
concreta realidade do vaticínio do cronista em espírito, que
parafraseando meu antigo ufanismo e esperança, alardeou
irreverente: Bramiu,
carroção imundo, de párias e
“evangélicos”
Humberto de Campos
– Espírito -
(Mensagem recebida pelo médium Arael Magnus em reunião pública,
no dia 6 de Dezembro de 2009, no Celest- Centro Espírita Luz na
Estrada – Castanheiras - Sabará –
MG)
Leia mais mensagens de
Humberto de Campos através de Arael Magnus
em
-O
Martírio do Apóstolo-
http://araelmagnus-intermdium.blogspot.com/2009/07/o-martirio-do-apostolo.html
- Presença de Mãe - em http://intermedium.spaceblog.com.br/5/
-A Lágrima de Chico - em
http://araelmagnus-intermdium.blogspot.com/2009/07/lagrima-de-chico.html
Apólogos - I
-
SEMELHANÇA DE
JUSTIFICATIVAS
No cumprimento de sua costumeira obrigação, o agente policial
inquire o traficante de drogas, acerca dos motivos que o levam a
agir daquela forma, destruindo jovens, viciando glebas,
desmoronando a sociedade.
-Doutor, compreenda- (explicava ele, com ar implorante, em
emocionada interpretação, deixando grossas e sentidas lágrimas
escorrerem sobre as macilentas faces): -- Sou um pobre coitado
doente. Em minha casa duas meninas e mais a mãe, minha esposa,
esperam ansiosas pelo pão que lhes levo todas as noites - e
chora.
Uma turma de zombeteiros e orgulhosos se pôe à frente do moderno
centro de convenções, para ouvir o famoso palestrante espírita,
médium de renome, a principal atração do Congresso, que iria ali
acontecer. O preço do ingresso, alto e inacessível à média da
população, trazia em si a defesa convencional: “parte da
arrecadação irá para o lar dos desabrigados atendidos pela
instituição...”. Em meio ao luxo e aos brilhos de letreiros
chamativos, destaca-se o que mostra o tema do Congresso: A
caridade!
Em uma esquina, a mulher ainda jovem, em trajes pequenos, como a
propagandear seus atrativos sensuais, explica aos patrulheiros que
a abordam:
- Minha mãe está velha, senhores. Tenho um filho pequeno que
depende de mim. Preciso ficar nessa lida, pois, do jeito que a
coisa anda, esta é a maneira que tenho para que eles não passem
fome – completa, lastimando
Num canto de rua, espíritos de cor escura, entremeando gargalhadas
guturais, esperam que se inicie a sessão de bingo na Fraternidade
Espírita, regada a bebidas e outras “delícias”, cujo
propósito era o de arrecadar fundos para atender aos necessitados
da redondeza, apesar da viciosa prática. Curiosos viram quando o
dirigente da Casa estacionou seu brilhante carro novo, e assumiu,
com cara de choro, a expressão emocionada de autêntico
mendigo.
Pego em flagrante delito, um infeliz meliante arrogava seus
direitos:
-A sociedade nunca me deu oportunidade, sempre tentei ser honesto,
mas só recebi recusa e desdém. Não me sobra alternativa senão a de
roubar. Roubar para comer.
O ocupante do cargo político, assustado, ajeitando suas vestes
íntimas a fim de esconder os maços da corrupção, ponderava cioso e
convicto: - Todos sabem que parte deste dinheiro é entregue às
entidades beneficentes! - com semblante de cândida inocência,
assustado diante dos flashes.
A música alegre saudava o natal próximo, enquanto nas bancas
repletas, livros multicoloridos, de preços elevados, concitavam o
serviço da solidariedade, do amor, do Evangelho do Mestre. Nos
balanços de anotações os altos lucros registram o progresso da
livreira. Mas, com certeza o percentual estava ali, reservado às
cestas de atendimento fraterno, em nome da caridade, da
benemerência, de Jesus, do Amor, de Chico Xavier, da virtude... E
daí por diante.
“Ai
de vocês, mestres da lei, fariseus, hipócritas, que fecham o Reino
dos céus aos homens! Vocês mesmos nem entram, nem deixam entrar
aqueles que o querem”.
Mt 23.13”
- Humberto de
Campos – Espírito –
Mensagem
recebida em sessão pública pelo médium Arael Magnus, no Celest
– Centro Espírita Luz na Estrada – Castanheiras- Sabará
– MG, em 6 de Dezembro de 2009
Nota da Presidente- Nesta
reunião de domingo chuvoso, nas precárias instalações do Celest,
tivemos a visita sempre muito honrosa do escritor e poeta (surpresa
pra muitos!)Humberto de Campos Veras., O visitante foi saudado
antes de sua manifestação, pelo Padre Aldo, coordenador espiritual
dos trabalhos, no transcurso das “Bodas de Diamante” de
retorno à Pátria Espiritual, acontecida em 5 de Dezembro de 1934.
Devido à presença reduzida de pessoas, a reunião pode ser pública,
e durou cerca de 3 horas e meia. O grande esgrimista das letras
contou, pelo processo da psicofonia, algumas de suas passagens na
carne, revelando-se sempre bem humorado, como em
sua encarnação na figura de Gregório de
Matos.
Em seguida, ao som de Mascagni, Rachmaninoff com seus prelúdios,
Bach, Mozart e Debussy, acompanhadas pelas incessantes goteiras que
umedeciam os papéis na tosca mesa, o espírito de Humberto de
Campos, em rapidez habitual, deixou psicografadas mais oito peças,
entre prosa, sonetos e três apólogos, num total de 61 laudas
escritas. Na medida em que for sendo possível estaremos colocando
aos interessados, via e-books ou nos blogs, conforme liberação do
coordenador espiritual dos trabalhos. A mensagem psicofônica será
também disponibilizada pela internet.
Leia mais
mensagens recebidas por Arael Magnus em
http://araelmagnus-intermdium.blogspot.com/
Ou no
You Tube em
http://www.youtube.com/tvintermedium?gl=BR&hl=pt#p/u/0/5TvKGGE4MRw
Lídia
Luiza Passos- Presidente – Celest- Centro Espírita Luz na
Estrada –
fundoamor@gmail.com –
cel. 031 8319 3003 – Castanheiras – Sabará -
MG
Comentários